Fantástica animação da Pixar que retrata o jogo (descoberto por mim, lamentavelmente, de forma tardia) que a cada dia me apaixono mais.
Fantástica animação da Pixar que retrata o jogo (descoberto por mim, lamentavelmente, de forma tardia) que a cada dia me apaixono mais.
Video do Greenpeace, para refletir sobre o aquecimento global
No cortiço, na taipa, no resto de coisas
…de qualquer coisa,
Da espuma, do papelão, do pedaço de telha
Num tudo em todo em nada
É no sofá rasgado, no vazio da geladeira,
No chão que se vai, em tempos de chuva
É na barriga que ronca
Nos olhares que se cruzam
Sem nada a dizer
Que se mostra o reflexo nu e mal passado
Ensangüentado e sem reflexo
Da autofagia humana de todos os dias
Do autoflagelo redundante de todos os dias
De todas as cidades
Patologicamente desiguais

- Júpiter
- Presente!
- Mercúrio
- Presente!
- Saturno
- Presente!
(Urano, Netuno, Plutão, Vênus, Marte – Presente!)…
- Terra
- …
- Terra…
- …
- Terra??

Deu a lógica, ainda que a lógica não seja inerente ao futebol.
Na final do mundial de clubes, o Estudiantes de La Plata vivia o paradigma de tentar jogar de igual pra igual contra o Barcelona, partindo pra cima, mas correndo o risco de, nos contra-ataques, ser massacrado e sair de Abu Dhabi com uma coleção de gols sofridos, ou jogar como jogou, retrancado, saindo pro jogo quando dá e chutando a bola pro mato sempre que preciso (e quase sempre era preciso), e por fim, desta forma, perder o jogo como perdeu, como no velho dito: “água mole e pedra dura, tanto bate até que fura”.
O Clube catalão, que ganhou absolutamente tudo o que disputou esse ano (6 títulos), começou perdendo o jogo contra o time argentino, mas de tanto pressionar e criar jogadas, trocando passes, como o predador que espreita a presa, mesmo sem ter jogado tudo o que pode, conseguiu virar o jogo na prorrogação, após haver empatado aos 43 minutos do segundo tempo, quando o time do Estudiantes esboçava começar a acreditar que era possível voltar pra casa com mais do que a “sensação de dever cumprido”.
Jogar contra o Barcelona, principalmente quando existe uma considerável disparidade técnica, é vivenciar outro velho ditado: “se ficar o bicho pega, se correr o bicho come”.
Enquanto os mestres ensinam, os outros não passam de meros “estudiantes”.

Está prestes a encerrar a mais importante conferência mundial de todos os tempos
Ela foi convocada nada mais, nada menos, que para decidir o futuro do nosso planeta
Evitar as catástrofes do meio ambiente previstas agora não mais por profetas, mas por cientistas
Projetadas não mais para daqui a milênios, mas para décadas
E o tempo segue passando, e o calor aumentando (mas ainda temos o ar-condicionado)
Onde estão os Bono Voxes? As Madonnas e os Jacksons cantando novamente: “We are the world…”?
Onde está a sociedade? Que não pressionando para que desta conferência saiam metas reais e objetivas?
Assistindo ao jornal esportivo em seus televisores de plasma ultramodernos?
Enquanto os líderes governamentais discutem sem chegar a nenhum acordo…
É, meus caros, se o livro sagrado está correto, e realmente existe algum homem que vai voltar pra salvar o mundo,
Já sabemos que ele não se chama Barack Obama
Nem está em Copenhague
E agora, quem poderá nos salvar?
O Chapolim colorado?
Ai que saudades do apocalipse,
Como sinto falta das catástrofes projetadas para o ano 2000
Das 2012 erupções do sol
Das previsões de Nostradamus
Das visões quiméricas
do caos do futuro, com os carros que voam
Dos anjos anunciando que o mundo ia se acabar…
Dos dilúvios e das arcas
Que saudades eu sinto dos tempos em que as idéias sobre
o colapso de todas as coisas, sob o céu e sobre a terra
Eram meros devaneios restritos à imaginação humana

O Flamengo volta a conquistar, 17 anos depois, um título do campeonato nacional. Com justiça e propriedade, devo admitir (ainda que me custe).
Os jornais, rádios, TV aberta e fechada exaltam: “Flamengo Hexacampeão brasileiro”.
E com isto, todos parecem estar de acordo, até o presidente da CBF, o mesmo que disse que a copa de 2014 seria paga pelos empresários e que, após o anuncio do Brasil como sede oficial, voltou atrás e decretou que os brasileiros teriam que meter a mão no bolso. O dito cujo, Sr. Ricardo Teixeira fez, esta semana a seguinte declaração: “Desejo sorte à Patrícia (Amorim, eleita presidente do Flamengo na noite de segunda-feira) e peço, por favor, que ela nos dê o hepta” .
Todos estão de acordo, exceto, é claro, o considerado legítimo campeão de 1987, Sport Clube do Recife, segundo a própria entidade presidida pelo supracitado. (Veja no site da CBF – Link “campeões”)
Polêmicas a parte, o Flamengo é o campeão de 2009 e a imensa torcida rubro-negra comemora.
Agora, ao restante dos amantes de futebol brasileiro cabe agüentar por, no mínimo, mais 17 anos as provocações da maior torcida do Brasil, oficialmente hexa, ou não…

“Liminar da justiça libera edifícios da orla da Ponta Verde a seguir despejando esgoto na praia”
Esse é o título da matéria que está nos principais jornais da cidade.
A juíza que assina a liminar declarou que somente autorizou o despejo de águas pluviais.
O secretário do meio ambiente diz que a culpa da poluição não é do estado.
Enquanto isso, as descargas seguem sendo puxadas e a merda segue indo para o principal cartão postal da cidade.
A vista que representa boa parte do preço dos apartamentos à beira mar só é contemplada a distancia. Perguntem se alguém, dentre os moradores destes edifícios, banha-se na própria porcalhada…
Dia de domingo, segundo o dito, “pra praia só vai “mundiça””…
Mas a verdade é que a praia está cheia de “mundiça” todos os dias…
É a “elite” da sociedade alagoana literalmente cagando no quintal de casa.
…
(Os sanitários de porcelana que integram os ornamentados banheiros em granito e aço inoxidável são nada mais que mera licença poética)